terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A segunda dose

Eu namorei aquele rolo de papelão. E sabe que a necessidade é uma baita injeção de criatividade pra realizar algumas coisas. Diria que a preguiça de sair à procura do que a gente precisa também ajudou.

O que eu tava precisando era de algo que ajudasse na organização do meu criado-mudo. Ali tem tudo. Controle da TV, celular, carregador e, eventualmente, balinhas pra agradar o dia. Até cheguei a ver alguns porta-controles, mas nada abaixo de 50 reais. Aí não dá né!

Então eu, com toda a empolgação disponível, peguei a caixa de ferramentas do pai e fui em direção ao rolo de papelão. Planejei em corta-lo em três partes. Uma maior para o controle da TV, uma média para os acessórios de celular, e uma menor para o próprio celular. E lá fui eu! Serra, serra, serrador... que sacrifício. Troquei pra uma faca de cozinha, minha mãe quase me esgoelou, mas foi o que funcionou.


O acabamento do corte ficou uma porcaria, isso eu já imaginava. Demorei uns dias pra decidir como eu ia melhorar a situação, até que vi umas sacolas de trecos com muitos fios diferentes. Separei dois e comecei a enrolar. Muitos e muitos metros de fio foram necessários, afinal de contas, os meus rolinhos foram enrolados por dentro também.


E acabou! A bagunça, entretanto, não. Pra foto, eu arrumei, obviamente.


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